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No post de hoje usaremos como inspiração esta bela frase:

 

“Na busca desesperada de ter, o homem esquece de ser”.

(Gustavo de Assis)

            Vivemos numa sociedade onde ter bens materiais, poder aquisitivo, status social é “fundamental”. Dessa forma, esquecemos a essência do que somos para nos trocar ou vendermos por algo. Se destacar no meio profissional ou estudantil de forma saudável tudo bem, vá lá. Agora entrar no ritmo avassalador em que se encontra o mundo é arriscado.

Por exemplo, compra-se um celular hoje, daqui a três meses, perde-se consideravelmente o valor, as roupas se tornam bregas, os automóveis ficam antigos, os computadores precisam ser constantemente atualizados. Na necessidade de sempre estarmos atualizados com as tendências tecnológicas, da moda e outras que aparecem. Trocamos o que mal acabamos de usar para obter coisas novas. Sem mal usufruirmos os itens comprados.

 O consumismo impera. E quase tudo é descartável. 

 A sociedade está doente. Criam-se mitos, doenças, fobias e valores. Todos tendenciosos e sem profundidade de conteúdo.  E nesse tipo de comportamento de obter ansiosamente novidades é que nós nos perdemos.

Essa exigência do capitalismo, de se consumir de forma desvairada, é preocupante. Mas é a pura realidade. Consumir, gastar, comprar, adquirir, tornaram-se atividades tão comuns para as pessoas. Que viraram uma espécie de terapia.

É de ligeireza e competitividade que se consegue viver no mundo atual. Porém não percebemos de forma verdadeira, que muitos de nós, estamos presentes apenas fisicamente, por que emocionalmente, amigavelmente e solidariamente estamos distantes uns dos outros.

Como a evolução demonstra, o homem consegue sempre se adaptar a novos desafios. Esperamos que este consiga se sobressair dos desafios modernos, vivendo na era da escassez de tempo e excesso de trabalho. Sem se descartar a si mesmo.

...Não nos esquecemos de Ser. Ser, quem desejamos Ser...

 

P.S.: MUITO OBRIGADO PESSOAL PELOS ÚLTIMOS COMENTÁRIOS RECOFORTANTES.

Fiquem bem.

 

Por Dênis Daniel

 


Escrito por: Murissokas às 11h28
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